Este ano foi osso. Mas, 2018, ‘se for para somar, ei mano chega aí’
Este tal ano de 2017 foi osso. Ou, não. Igual aquela história do copo meio vazio ou meio cheio.
Os amigos e família mais próximos sabem que fui meio que obrigado a sair da minha zona de conforto. E, de agosto para cá, literalmente, começar a trabalhar pelo e Só Por Esportes. Com muito gosto.
Fácil, não é. Aliás, para aqueles 90% que ganham o equivalente a 20% do que é faturado no Brasil, ou nem isso, eu no meio, também.
Dois mil e dezoito chega. De lamentos, pensamento ruim. Creio que este negócio de pensar as coisas no fim do ano, pensar o que tu quer da vida, para entrar com força total a partir de janeiro, fevereiro, no máximo, não me atingia de porrada há pelo menos uns 15 anos.

Tal qual o seu time, seu esporte, sua carreira. Sua vida. Seja no campo, na pista, na água, a frente de uma tela (sim, e-game, e-sport são realidades que ainda desafiam minha compreensão), todo mundo tenta enxergar o copo meio cheio. Mesmo que esteja tudo contra, ou que sem querer você ache isso, existe pelo menos 0.0001% do senhor, da senhora, de tu, de ti, com esperança.
E, assim, quando chegar as competições, os desafios, aquela prova, aquele jogo, estaremos de novo na torcida. Isto, quando não for a gente o protagonista. Vida que segue.
Confesso, já fui muito mais otimista. Como disse, 2017 foi pesado. Porém, sorte a minha de ter pelo menos um, uma, ou um pouco mais, ao meu lado que vê a taça meio cheia. Então, um brinde a eles, a você.
Dois mil e dezoito vai vir queira ou não. Eu quero. E, já rimava DMN, “se for para somar, ei mano chega aí”.
Abraço
*A foto é de julho deste ano. Dona Florinda “fez” a família levá-la ao jogo do Comercial na Série D. Tem 94 anos (confira matéria que fizemos na ocasião ao clicar aqui). Nem preciso falar mais nada.















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